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NÃO
DEPRECIE SEU PATRIMÔNIO:
CUIDE
DE SEUS TRANSDUTORES
A
qualidade e a facilidade de diagnóstico e o preço
de venda de um
equipamento de Ultra-som ou Ecocardiógrafo estão
diretamente
relacionados ao estado dos transdutores.
Por
muitos anos, os fabricantes sempre impuseram a idéia de que
os
transdutores eletrônicos não tinham conserto. Esta
afirmação é somente
meia verdade, pois foram desenvolvidas técnicas que permitem
a
substituição da membrana acústica (que
chamaremos de lente), a
reconstrução do cabo e reparos na caixa
plástica do transdutor, que
representam 70% dos defeitos.
O exclusivo equipamento "FirstCall" permite
realizar uma análise gráfica e não
invasiva do transdutor, desde o
conector até a lente, cristal a cristal, dando
diagnósticos de cabos
quebrados, bolhas de ar na lente ou mesmo de cristais mortos ou com
pouco rendimento.
É
muito importante destacar que um transdutor com um pequeno furo, um
pequeno trincado na moldura plástica, sombras sem
justificativa na
imagem e/ou interferências podem ser
características que por analogia,
podemos chamar de um câncer: se
for diagnosticado e corrigido de início terá
reparo (cura), mas se deixarmos avançar
tornará impossível a
recuperação.
O
furo na lente, bem como um trincado na moldura plástica,
provoca a
entrada de gel no interior do transdutor, que apesar de ser
não
condutor elétrico, provoca uma eletrólise entre
os fios que alimentam
os cristais (note que em um transdutor poderão ter 384
ligações num
espaço ínfimo) e que as tensões de
alimentação dos cristais são da
ordem de 130 Volts.
Com o uso,
os cabos tendem a se quebrar, principalmente próximo ao
transdutor.
Isso provoca de imediato falhas verticais na imagem e por outro lado,
com a ruptura, os cabos podem se curto-circuitar e provocar a queima de
canais da placa de entrada do equipamento.
A
ATCS
tem mais de 10 anos de atividades. Instalada em prédio
próprio, com
sala limpa, área de trabalho para materiais
químicos, cabine de
pintura, capela e bombas de vácuo. Sua equipe é
composta por
engenheiros e técnicos especializados e treinados junto aos
fabricantes. Além disso, conta com o suporte de um
engenheiro químico e
um professor doutor em física, responsáveis pelos
aprimoramentos dos
métodos e utilização dos diversos
materiais.
Como
em todos os ramos, existe o improviso e as tentativas de conserto por
pessoas inabilitadas, que por falta de
informação, estrutura ou puro “achismo”,
fazem barbaridades nos
transdutores, que podem até funcionar de imediato, mas com
certeza abreviarão a vida útil dos mesmos.
Não se deixe
enganar.
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